👉⚠️📈 Como ter um plano de MMN que seja atraente financeiramente, tanto para a empresa e para o associado distribuidor, como sustentável. 💡Segue algumas dicas:
1. Por mais simples que seja o plano que você quer montar, é vital fazer todas as contas para ver se é viável para a empresa pagar os bônus e, claro, ter lucro. Por isso, é fundamental a análise financeira da empresa para se definir os percentuais reais que serão aplicados no negócio.
2. Com isso bem definido, passamos para a criação do plano em si, ou a análise do que você já possa ter idealizado inicialmente.
3. Muitas empresas/profissionais que me procuram dizem já ter um plano pronto, quando na verdade o que têm são “rabiscos”, ideias anotadas do que gostariam de implantar no seu plano, mas sem conhecer mais profundamente “as engrenagens” de um bom plano, partem para execução e, futuramente, podem vir a ter problemas.
4. Muitas vezes no seu negócio as suas margens entre receita e custos são apertadas, mas isso não significa que você tenha que ter somente uns dois ou três tipos de bônus; é possível explorar melhor o percentual destinado ao seu plano de compensação.
5. Existem três planilhas fundamentais que devem fazer parte da criação do seu plano: • Planilha de previsão de gastos para o MMN (investimento, capital de giro, custos, etc.)
• Planilha com simulação do plano de compensação (custos, ganhos, bônus, comissões, kits, qualificações, etc.)
• Planilha com simulação de previsibilidade para dois anos de negócio com base nos seus custos, investimento inicial e nas seguintes variáveis: expectativa de crescimento mensal, repasse pré-definido do MMN, custo direto atribuído, associados iniciais e ticket médio. Isso vai te dar uma ótima ideia de faturamento e lucro.
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As pessoas sempre me perguntam: “Como identificar se uma empresa é uma pirâmide ou não?”
Bom, existem vários indícios que demonstram isso, sendo um deles, quando a empresa se lança no MMN e coloca um produto ou serviço para mascarar um negócio ilícito. Na verdade, ela está é distribuindo o dinheiro de terceiros, pois ela cobra muito mais do que o produto/serviço vale e acrescenta também o valor de repasse, para então, poder cobrir o tal bônus. A conta é feita de fora pra dentro. Esse é o grande erro, ou a ‘sacanagem’ mesmo.
Sendo assim, um dos maiores indicadores é quando a empresa, para sobreviver, depende exclusivamente de novos entrantes no negócio, o tal kit de adesão, que possui um produto ou serviço agregado (qdo possui), e não das vendas e do seu consumo mensal.
Nesse caso, o dinheiro pago por esse novo associado, é, em grande parte, repassado ao patrocinador e até a outros distribuidores/associados. O foco NÃO está na venda desse produto ou serviço, pois ele é irrelevante, sendo o que interessa mesmo é o dinheiro que será pago pela adesão ao negócio.
Quando você tem uma empresa que paga corretamente um distribuidor, a comissão vem de dentro dela, ou seja, de parte do lucro que ela abre mão e da diminuição dos seus custos com, por exemplo, a distribuição e publicidade, já que agora é feita pelo distribuidor associado, afinal, a empresa tem um novo canal de distribuição.
Ou seja, jamais o dinheiro pago de bônus à outros distribuidores poderá vir do dinheiro de terceiros, o que caracteriza uma pirâmide, pois estará empilhando pessoas e simplesmente repassando o $$ numa rede ou numa pirâmide literalmente.
As pessoas que entram em uma empresa de MMN e pagam por um kit de adesão, não tem nada de errado, desde que o preço pago pelos produtos/serviços sejam formatados de duas formas:
-Opção 1. Com o preço de catálogo, ou seja, com desconto de associado, assim esse novo distribuidor pode revender os produtos e ter um ganho logo de cara para ajudar a cobrir seu investimento inicial e o seu patrocinador ganhar pelo bônus de rede.
-Opção 2. Com preço de revenda (de consumidor), ou seja, sem desconto, onde quem ganha mais é o associado. Assim, dependendo do plano de negócios, a empresa tem mais margem para pagar o bônus de adesão ao associado e ficar com mais lucro também.
Isso pode variar, de acordo com a estratégia da empresa, visando mais o associado ou o novo distribuidor e, ainda, criando kits com intervalos de descontos, assim pode beneficiar ambos, de acordo com as opções de kits de adesão.
Deve-se ainda levar em consideração que a empresa tem o custo administrativo, com materiais (literatura, pasta, etc) e o escritório virtual.
Portanto, independente dos tipos de kits de adesão, o bônus pago ao associado vem do $$ de dentro da empresa, pago pela aquisição destes produtos, ou seja, onde parte dele é formado por:
– Com base na opção 1: pelo bônus de rede, ou
– Com base na opção 2: pelo ganho na venda direta + pelo bônus de rede.
Esclarecendo que o ganho na venda direta é a diferença entre o preço de consumidor e o preço de catálogo pago pelo associado, e o bônus de rede é feito com base no preço de catálogo, pois essa é a receita real da empresa.
Então, fique atento às empresas que mascaram com produtos superfaturados para poder pagar os tais bônus com o seu dinheiro, pois as empresas de vendas diretas tem que ter mais volume de negócios oriundos das vendas desses produtos, do que de novos entrantes.
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