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Novas Empresas: Há espaço para a entrada de novas companhias no mercado brasileiro de MMN, especialmente aquelas que tragam inovação em produtos ou modelos de negócio. O sucesso de marcas como a Hinode, que em poucos anos se tornou uma das líderes nacionais após adotar o MMN em 2015, sugere que empresas com estratégias bem definidas (foco em produtos de qualidade, treinamento de vendedores e adaptação ao digital) podem prosperar. Além disso, o mercado global de vendas diretas, que cresce em países como EUA e Japão (onde o MMN representa uma fatia expressiva do PIB), serve como inspiração para novos players no Brasil. Startups e empresas internacionais podem enxergar o Brasil como um terreno fértil, dado o tamanho do mercado consumidor e a demanda por oportunidades de empreendedorismo.
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Novos Vendedores: O interesse de indivíduos em atuar como vendedores no MMN tende a aumentar, especialmente em um contexto de crise econômica ou instabilidade no mercado formal de trabalho. O modelo atrai por sua flexibilidade de horários, baixo investimento inicial e promessa de ganhos escaláveis. A digitalização, com o uso de redes sociais e ferramentas de e-commerce, também facilita a entrada de novos vendedores, que não dependem mais exclusivamente do “porta a porta”. Millennials e a Geração Z, familiarizados com o ambiente digital, estão particularmente inclinados a explorar o MMN como uma forma de renda alternativa ou principal, desde que vejam valor nos produtos e ética nas empresas.
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Desenvolvedores de Negócios: O crescimento do MMN também impulsiona o surgimento de “desenvolvedores de negócios” — líderes que constroem redes amplas e sustentáveis. Esses profissionais são peça-chave no modelo, pois o sucesso do MMN depende da capacidade de recrutar e treinar equipes eficazes. No Brasil, a meritocracia do sistema (ganhos proporcionais ao esforço) e a possibilidade de ascensão dentro das redes atraem pessoas com perfil empreendedor. A tendência de profissionalização do setor, com mais treinamentos e suporte das empresas, deve fortalecer esse grupo.
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Economia e Inclusão: Em um país com desigualdades e desafios no mercado formal, o MMN oferece uma porta de entrada para quem busca independência financeira, independentemente de formação ou experiência prévia. Isso é especialmente relevante para mulheres (que historicamente representam mais de 50% dos vendedores diretos no Brasil) e jovens.
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Digitalização: A integração do MMN com plataformas digitais — como Instagram, WhatsApp e marketplaces — amplia o alcance e reduz barreiras logísticas, tornando o modelo mais acessível e escalável.
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Demanda por Produtos: Setores como bem-estar, beleza e suplementos alimentares, que dominam o MMN, têm alta demanda no Brasil. A previsão de crescimento do “mercado do bem-estar” globalmente reforça essa tendência.
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Cultura de Consumo: O brasileiro valoriza a compra por indicação e a conexão pessoal, o que favorece as vendas diretas e o MMN em relação a modelos tradicionais de varejo.
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Má Reputação: A confusão com esquemas de pirâmide ainda afasta potenciais vendedores e consumidores. Empresas sérias precisam investir em transparência e educação para diferenciar o MMN legítimo de práticas fraudulentas.
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Saturação em Alguns Segmentos: Produtos de beleza e saúde, embora populares, já têm forte concorrência. Novos players precisarão inovar para se destacar.
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Regulamentação: Embora o MMN seja legal no Brasil e regulado pela ABEVD, a falta de uma legislação específica pode gerar incertezas.
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Um sistema de CRM (Customer Relationship Management) é uma ferramenta essencial para consultoras de vendas diretas, pois organiza e otimiza todas as etapas do ciclo de vendas, desde a prospecção até o pós-venda. Veja como a tecnologia pode facilitar cada fase do trabalho:
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**1. Captação de Prospects**
– **Automatização de Prospecção**:
Um CRM identifica potenciais clientes por meio de integração com redes sociais, landing pages ou listas de contatos, filtrando prospects por perfil demográfico, interesses ou comportamento de compra.
– **Exemplo**: Consultoras podem usar formulários online no Instagram ou WhatsApp, integrados ao CRM, para captar leads interessados em produtos específicos (ex.: cosméticos, roupas).
– **Gestão de Redes de Indicações**:
Ferramentas de CRM permitem criar programas de indicação, onde clientes satisfeitos indicam novos prospects em troca de benefícios (descontos, brindes).
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**2. Conversão de Leads**
– **Segmentação e Personalização**:
O CRM classifica leads com base em interações (ex.: visitas ao catálogo online, cliques em links) e sugere ações personalizadas, como enviar uma mensagem no aniversário do cliente ou oferecer um produto relacionado a uma busca recente.
– **Automatização de Follow-up**:
Lembretes automáticos para contatar leads em momentos estratégicos (ex.: após um evento virtual ou demonstração de produto) evitam perda de oportunidades.
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**3. Gestão do Processo de Vendas**
– **Pipeline Visual**:
Consultoras podem visualizar o estágio de cada negociação (ex.: “primeiro contato”, “apresentação”, “fechamento”) e priorizar ações.
– **Vantagem**: Reduz a chance de esquecer clientes em estágios intermediários.
– **Catálogo Digital Integrado**:
Um CRM com catálogo de produtos atualizado permite enviar links diretos de itens, calcular preços com descontos personalizados e gerar pedidos automaticamente.
– **Gestão de Estoque**:
Alertas sobre disponibilidade de produtos evitam prometer itens esgotados.
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**4. Fechamento da Venda**
– **Pagamentos Simplificados**:
Integração com gateways de pagamento (ex.: Mercado Pago, Pix) permite gerar links de cobrança diretamente no CRM, acelerando o fechamento.
– **Contratos e Documentos Automatizados**:
Geração automática de propostas comerciais e recibos, com assinatura digital, reduz a burocracia.
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**5. Pós-Venda e Fidelização**
– **Gestão de Recompensas**:
Programas de fidelidade integrados ao CRM recompensam clientes recorrentes com pontos ou brindes.
– **Pesquisa de Satisfação**:
Envio automático de pesquisas pós-venda ajuda a identificar clientes insatisfeitos e recuperar relacionamentos.
– **Comunicação Multicanais**:
Envio de dicas de uso, promoções exclusivas ou lembretes de recompra via e-mail, WhatsApp ou SMS.
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E sabe o que é melhor? Nós temos a solução para você poder controlar suas vendas! Conheça o sistema de CRM IntraCorp:
O Intracorp é uma plataforma de CRM e Gestão de Projetos para profissionais de MMN e Vendas Diretas, com funcionalidades alinhadas às necessidades de consultoras. Alguns de seus diferenciais incluem:
**1. Funções Essenciais**
– Lembretes automáticos: de projetos, tarefas, eventos, pagamentos, controle de tempo de trabalho, etc.
– Pipeline de vendas: criação de funis infinitos e estágios de cada processo do funil.
– Mensagens personalizadas individuais: envio de mensagens diretas.
– Quadro de avisos: envio de comunicados e campanhas promocionais individuais ou em massa (a todos seus clientes cadastrados).
– Atividades: projetos, tarefas e relacionados.
– Finanças: criação de orçamentos e propostas, faturas, pagamento (gateway e offline), entre outras funções.
– Temporizador: para tarefas de projetos.
– Catálogo virtual: cadastro de produtos e criação de pedidos para venda online.
– Tickets: criação de tickets de suporte para seus clientes, com modelos de respostas.
– Eventos: calendário para criação de eventos com seus clientes com aviso automático.
– Formulário de cadastro para clientes: envie o link do formulário a seu cliente para ele se cadastrar no sistema.
– Configurações do sistema: todas as configuração necessárias de acordo com o seu negócio, desde a sua identidade (logo, cores), até todas as funções disponíveis.
– Configurações de segurança: para acesso ao sistema por e-mail e Google Authenticator.
– Configurações financeiras, fiscais, bancárias e de pagamento: definição de modelos de faturas, cadastro de impostos, contas bancárias, formas de pagamento via gateways.
– Configuração de moedas: cadastre as moedas que quiser como Dólar, Real, etc, além de criptomoedas.
– Configurações de notificação por e-mail: de acompanhamento (follow-up), tarefas, aniversário, projetos, de lead e muitas outras.
– Integração: com Slack para notificações. É possível integrar mais módulos e integrações.
**2. Relatórios e Analytics**
– **Dashboard**: Visualização geral de todo o sistema para acompanhamento fácil e acesso direto de cada tópico.
– **Relatórios de comissões**: Cálculo automático de ganhos com base em metas e vendas realizadas e muitos outros.
**3. Suporte**
**4. Segurança e Conformidade**
– **LGPD**: Garantia de proteção de dados dos clientes, com armazenamento em nuvem seguro.
E muito mais!
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**Por Que a Intracorp é Indicada para Consultoras de Vendas Diretas?**
– **Custo-benefício**: Planos acessíveis para profissionais independentes e microempreendedoras, sem necessidade de investimento em infraestrutura complexa.
– **Simplicidade**: Interface intuitiva, mesmo para quem não tem familiaridade com tecnologia.
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**Conclusão**
Um sistema como o da Intracorp não apenas organiza o trabalho das consultoras de vendas diretas, mas também potencializa seus resultados. Ao centralizar informações, automatizar tarefas burocráticas e oferecer insights estratégicos, a tecnologia permite que elas foquem no que realmente importa: construir relacionamentos e vender mais. Para quem busca uma ferramenta adaptada ao mercado, com funcionalidades móveis e suporte especializado, a Intracorp se destaca como uma escolha inteligente e eficaz.
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1. Falta de planejamento financeiro:
Na minha consultoria, além de criar o plano de compensação, marketing e vendas, antes de mais nada, eu faço uma análise financeira dos custos, margens, preços praticados pela empresa e qual a intenção de percentual que se pretende disponibilizar para a rede do MMN. Além disso, faço uma apresentação dos custos inerentes para se implantar o MMN, como também uma previsibilidade para o negócio nos próximos dois anos.
E mesmo assim, com tudo em mãos, algumas empresas quebram em menos de um ano. Sabe por quê? Porque, infelizmente, por mais incrível que pareça, não dão atenção aos números e fazem como querem, achando que seu produto ou serviço é milagroso, e confiam em uma receita que nem existe, no caso das novas empresas.
Muitos novos empresários acham que ter um capital inicial para montar seu negócio é suficiente e esquecem do capital de giro para sustentá-lo, até que ele aconteça. As empresas já atuantes no mercado e que querem implementar esse novo canal de vendas, acham que o MMN é apenas mais uma forma de distribuir seus produtos e que ele vai andar sozinho, por si só. Enfim, por mais orientadas no durante e, principalmente, o que fazer depois do negócio ser lançado, não fazem o mínimo necessário para construir o negócio de MMN, que tem suas particularidades. Por isso, a necessidade de se contratar um profissional que tenha um conhecimento mais profundo do assunto.
Embora o plano de compensação seja o coração do negócio, ele precisa de elementos para somar e fazer o negócio acontecer, pois ele sozinho não irá funcionar! Uma das principais após o lançamento é saber para onde vai, com um bom plano de ação definido.
2. Falta de um plano de ação:
Como dito anteriormente, essa é uma das peças fundamentais do seu negócio de MMN, após ele estar pronto, é saber analisar o ponto ‘A’ (onde você está) e como fazer para chegar no ponto ‘B'(onde você quer chegar). A empresa precisa de uma liderança que esteja à frente do mercado, bem treinada com o plano de negócios e produtos, pois serão esses líderes que irão abrir a ‘mata’. Eles farão a ponte entre o mercado, os prospects, clientes, leads com a empresa. Treinamento do negócio, motivacional e de produtos são a base de qualquer negócio de MMN.
A importância dos treinamentos:
1) Do negócio: é vital treinar as pessoas sobre como o negócio funciona, além de ensinar estratégias de crescimento.
2) Motivacional: as pessoas possuem suas vidas e fazem o MMN por livre iniciativa, ou seja, por um sonho, por um objetivo, etc. Só que a vida bate forte na gente, o que nos desestimula, pois a gente recebe muito mais negativos do que positivos. Então, estar ligado com o grupo, com pessoas otimistas, que pensam e agem positivamente, faz toda a diferença.
3) De Produtos: eles são a base propulsora do seu negócio, sem eles, não tem vendas, não tem consumo, por consequência, não tem ganhos.
Internamente, a empresa com sua equipe de marketing irá traçar as metas de acordo com os seus objetivos, criar as ações de comunicação e todo material necessário para dar suporte aos associados e os novos que virão. As estratégias de crescimento devem estar delineadas no mínimo para os próximos doze meses. Tudo isso, entre outras coisas, fazem parte do processo de implantação do MMN no seu negócio.
Portanto, minha dica é – não se aventure a entrar nesse mercado sem ter os ingredientes básicos para fazer valer sua empreitada no MMN. Não é um negócio simples, fácil de se implantar ou implementar, mas se feito corretamente irá potencializar o seu capital e, por consequência, o seu negócio.
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👉⚠️📈 Como ter um plano de MMN que seja atraente financeiramente, tanto para a empresa e para o associado distribuidor, como sustentável. 💡Segue algumas dicas:
1. Por mais simples que seja o plano que você quer montar, é vital fazer todas as contas para ver se é viável para a empresa pagar os bônus e, claro, ter lucro. Por isso, é fundamental a análise financeira da empresa para se definir os percentuais reais que serão aplicados no negócio.
2. Com isso bem definido, passamos para a criação do plano em si, ou a análise do que você já possa ter idealizado inicialmente.
3. Muitas empresas/profissionais que me procuram dizem já ter um plano pronto, quando na verdade o que têm são “rabiscos”, ideias anotadas do que gostariam de implantar no seu plano, mas sem conhecer mais profundamente “as engrenagens” de um bom plano, partem para execução e, futuramente, podem vir a ter problemas.
4. Muitas vezes no seu negócio as suas margens entre receita e custos são apertadas, mas isso não significa que você tenha que ter somente uns dois ou três tipos de bônus; é possível explorar melhor o percentual destinado ao seu plano de compensação.
5. Existem três planilhas fundamentais que devem fazer parte da criação do seu plano: • Planilha de previsão de gastos para o MMN (investimento, capital de giro, custos, etc.)
• Planilha com simulação do plano de compensação (custos, ganhos, bônus, comissões, kits, qualificações, etc.)
• Planilha com simulação de previsibilidade para dois anos de negócio com base nos seus custos, investimento inicial e nas seguintes variáveis: expectativa de crescimento mensal, repasse pré-definido do MMN, custo direto atribuído, associados iniciais e ticket médio. Isso vai te dar uma ótima ideia de faturamento e lucro.
👍Fale comigo e vamos marcar uma reunião. Acesse aqui meu perfil @lucianoapmartins
As pessoas sempre me perguntam: “Como identificar se uma empresa é uma pirâmide ou não?”
Bom, existem vários indícios que demonstram isso, sendo um deles, quando a empresa se lança no MMN e coloca um produto ou serviço para mascarar um negócio ilícito. Na verdade, ela está é distribuindo o dinheiro de terceiros, pois ela cobra muito mais do que o produto/serviço vale e acrescenta também o valor de repasse, para então, poder cobrir o tal bônus. A conta é feita de fora pra dentro. Esse é o grande erro, ou a ‘sacanagem’ mesmo.
Sendo assim, um dos maiores indicadores é quando a empresa, para sobreviver, depende exclusivamente de novos entrantes no negócio, o tal kit de adesão, que possui um produto ou serviço agregado (qdo possui), e não das vendas e do seu consumo mensal.
Nesse caso, o dinheiro pago por esse novo associado, é, em grande parte, repassado ao patrocinador e até a outros distribuidores/associados. O foco NÃO está na venda desse produto ou serviço, pois ele é irrelevante, sendo o que interessa mesmo é o dinheiro que será pago pela adesão ao negócio.
Quando você tem uma empresa que paga corretamente um distribuidor, a comissão vem de dentro dela, ou seja, de parte do lucro que ela abre mão e da diminuição dos seus custos com, por exemplo, a distribuição e publicidade, já que agora é feita pelo distribuidor associado, afinal, a empresa tem um novo canal de distribuição.
Ou seja, jamais o dinheiro pago de bônus à outros distribuidores poderá vir do dinheiro de terceiros, o que caracteriza uma pirâmide, pois estará empilhando pessoas e simplesmente repassando o $$ numa rede ou numa pirâmide literalmente.
As pessoas que entram em uma empresa de MMN e pagam por um kit de adesão, não tem nada de errado, desde que o preço pago pelos produtos/serviços sejam formatados de duas formas:
-Opção 1. Com o preço de catálogo, ou seja, com desconto de associado, assim esse novo distribuidor pode revender os produtos e ter um ganho logo de cara para ajudar a cobrir seu investimento inicial e o seu patrocinador ganhar pelo bônus de rede.
-Opção 2. Com preço de revenda (de consumidor), ou seja, sem desconto, onde quem ganha mais é o associado. Assim, dependendo do plano de negócios, a empresa tem mais margem para pagar o bônus de adesão ao associado e ficar com mais lucro também.
Isso pode variar, de acordo com a estratégia da empresa, visando mais o associado ou o novo distribuidor e, ainda, criando kits com intervalos de descontos, assim pode beneficiar ambos, de acordo com as opções de kits de adesão.
Deve-se ainda levar em consideração que a empresa tem o custo administrativo, com materiais (literatura, pasta, etc) e o escritório virtual.
Portanto, independente dos tipos de kits de adesão, o bônus pago ao associado vem do $$ de dentro da empresa, pago pela aquisição destes produtos, ou seja, onde parte dele é formado por:
– Com base na opção 1: pelo bônus de rede, ou
– Com base na opção 2: pelo ganho na venda direta + pelo bônus de rede.
Esclarecendo que o ganho na venda direta é a diferença entre o preço de consumidor e o preço de catálogo pago pelo associado, e o bônus de rede é feito com base no preço de catálogo, pois essa é a receita real da empresa.
Então, fique atento às empresas que mascaram com produtos superfaturados para poder pagar os tais bônus com o seu dinheiro, pois as empresas de vendas diretas tem que ter mais volume de negócios oriundos das vendas desses produtos, do que de novos entrantes.
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